<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/'><id>tag:blogger.com,1999:blog-38910987</id><updated>2008-08-14T21:20:36.036-07:00</updated><title type='text'>my home is sick</title><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.fucs.org/expat/'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38910987/posts/default'/><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://www.fucs.org/expat/atom.xml'/><author><name>Andre Fucs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13598166732495572569</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>13</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38910987.post-1418019398064947261</id><published>2008-08-14T21:20:00.001-07:00</published><updated>2008-08-14T21:20:36.065-07:00</updated><title type='text'>Quadro Branco à 1/2 luz</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/dfucs/2715460622/" title="photo sharing"&gt;&lt;img src="http://farm4.static.flickr.com/3182/2715460622_0679ed8618_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/dfucs/2715460622/"&gt;Quadro Branco à 1/2 luz&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;Originally uploaded by &lt;a href="http://www.flickr.com/people/dfucs/"&gt;Daniel Fucs&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br clear="all" /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.fucs.org/expat/2008/08/quadro-branco-12-luz.html' title='Quadro Branco à 1/2 luz'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38910987&amp;postID=1418019398064947261' title='0 Comments'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.fucs.org/expat/atom.xml' title='Post Comments'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38910987/posts/default/1418019398064947261'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38910987/posts/default/1418019398064947261'/><author><name>Andre Fucs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13598166732495572569</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38910987.post-7316251248239336553</id><published>2008-08-07T02:27:00.000-07:00</published><updated>2008-08-10T02:28:44.001-07:00</updated><title type='text'>Uma imagem às quintas</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/adforce1/2520179177/" title="photo sharing"&gt;&lt;img src="http://farm4.static.flickr.com/3075/2520179177_16b3de4306_m.jpg" alt="" style="border: 2px solid rgb(0, 0, 0);" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="margin-top: 0px;font-size:0;" &gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/adforce1/2520179177/"&gt;Contrast In The City, Singapore&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Originally uploaded by &lt;a href="http://www.flickr.com/people/adforce1/"&gt;williamcho&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.fucs.org/expat/2008/08/contrast-in-city-singapore.html' title='Uma imagem às quintas'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38910987&amp;postID=7316251248239336553' title='0 Comments'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.fucs.org/expat/atom.xml' title='Post Comments'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38910987/posts/default/7316251248239336553'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38910987/posts/default/7316251248239336553'/><author><name>Andre Fucs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13598166732495572569</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38910987.post-8574638536739669489</id><published>2008-07-31T00:27:00.001-07:00</published><updated>2008-07-31T00:27:26.411-07:00</updated><title type='text'>Uma imagem às quintas</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/trixpan/2718153457/" title="photo sharing"&gt;&lt;img src="http://farm4.static.flickr.com/3214/2718153457_d2e6765852_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/trixpan/2718153457/"&gt;so whaaaat that I'm a snowboarding koala?!?!&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;Originally uploaded by &lt;a href="http://www.flickr.com/people/trixpan/"&gt;trixpan&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br clear="all" /&gt;&lt;p&gt;E assim começa a série uma imagem às quintas. A imagem de estréia é minha mesmo (eu sei, eu sei...)&lt;/p&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.fucs.org/expat/2008/07/uma-imagem-s-quintas_31.html' title='Uma imagem às quintas'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38910987&amp;postID=8574638536739669489' title='0 Comments'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.fucs.org/expat/atom.xml' title='Post Comments'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38910987/posts/default/8574638536739669489'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38910987/posts/default/8574638536739669489'/><author><name>Andre Fucs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13598166732495572569</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38910987.post-7746490605387698284</id><published>2008-07-23T23:10:00.000-07:00</published><updated>2008-07-23T23:36:37.518-07:00</updated><title type='text'>Manila, o México Oriental (ou seria o Mundo de Bizarro?)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Viajar a trabalho é uma forme de roleta russa, volta e meia te mandam para uns lugares de onde você não sabe se irá voltar vivo, ou sem precisar usar uma camisa de força. Recentemente tive o prazer de conhecer Manila, um local que quase me garantiu uma viagem ao Pinel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós Brasileiros, adoramos nos gabar de nossos conhecimentos em geografia, zombamos dos norte-americanos por acharem que Buenos Aires é a capital do Brasil, não serem capazes de identificar a Europa no mapa, etc. Pois eis que descubro meus caros leitores, que as Filipinas ficam na América Latina! Bom, talvez não geograficamente mas se alguém algum dia duvidou de que ser latino é praga, as Filipinas são a prova cabal de nossa maldição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perdida no canto do Oceano Pacífico, as Filipinas são um caso raro de colonização espanhola nessa região do mundo e sua história não poderia ser mais insólita, um navegador espanhol (basco?) vindo do México faz um pacto de sangue com um líder local, combate piratas chineses e só para variar engana e massacra os muçulmanos que lá moravam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa história um tanto peculiar, garantiu às Filipinas uma cultura rica, fruto da mistura, cuja comida dada a mistura de fritura, porcos, frutos do mar e temperos poderia ser descrita pela seguinte analogia "Minas Gerais invade o Espírito Santo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Filipino em geral é muito simpático e extremamente trabalhador. De fato, as Filipinas estão entre um dos maiores fornecedores de mão de obra mundial, com um número gigantesco de trabalhadores - geralmente braçais - no Oriente Médio, Ásia, Oceania e pelo resto do mundo afora. Não seria exagero afirmar que esses trabalhadores, ou melhor, as remessas de dinheiro que esses trabalhadores enviam às suas famílias tem função crítica no suporte da economia local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado... que lugar estressante. Se você leitor acha o trânsito de São Paulo estressante, esqueça Manila, você irá enlouquecer no primeiro dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha surpresa começou com o aviso dado por meu anfitrião nas Filipinas, dizia ele, que seria melhor trocar de hotel visto que o hotel sugerido pela agência de viagens encontrava-se a duas horas de distância do prédio no qual eu teria uma reunião. Eu assustado perguntei: "diabos, duas horas? Metro-Manila é tão grande assim?", ele educadamente me responde que o problema não é a distância mas o congestionamento, de madrugada o trajeto não duraria mais de 20 minutos. De fato o trânsito de Manila é apavorante. Estimo que dirigir à padaria na esquina levaria 30 ou 40 minutos, no mínimo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terminados os compromissos profissionais tive a chance de conhecer &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Intramuros, &lt;/span&gt; a cidadela colonial, ou melhor, aquilo que sobrou dela depois da 2&lt;sup&gt;a&lt;/sup&gt; Guerra Mundial, quando o império japonês invadiu a ilha e teve de ser expulso com a ajuda das forças aliadas. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Intramuros &lt;/span&gt;lembra os fortes portugueses tão comuns no litoral brasileiro, porém ao contrário de nossas atrações históricas, que apesar de mal conservadas ainda servem como atração turística, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Intramuros&lt;/span&gt; só servem para passar uma imagem triste do Estado filipino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como disse um dos locais com quem conversei, os filipinos são um povo muito trabalhador, que durante muitos anos esteve na liderança do sudeste asiático, porém, sabe-se lá porque, os filipinos se deixaram perder e com o tempo sua liderança se foi. Dizia o local citando o líder político singapura Lee Kuan Yew, que os filipinos são um povo talentoso mas que juntos em seu país são praticamente incapazes de produzir o bem comum. Lembrei-me dos lendários políticos filipinos e casos e mais casos de corrupção.  Lembrei-me de minha terra natal, tentei esquecer a tristeza e encarei o adobo, ou melhor &lt;span style="font-style: italic;"&gt;el adobo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.fucs.org/expat/2008/07/manila-o-mxico-oriental-ou-seria-o.html' title='Manila, o México Oriental (ou seria o Mundo de Bizarro?)'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38910987&amp;postID=7746490605387698284' title='0 Comments'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.fucs.org/expat/atom.xml' title='Post Comments'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38910987/posts/default/7746490605387698284'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38910987/posts/default/7746490605387698284'/><author><name>Andre Fucs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13598166732495572569</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38910987.post-28476389755834344</id><published>2008-07-17T13:23:00.001-07:00</published><updated>2008-07-17T13:24:49.773-07:00</updated><title type='text'>O mundo é o limite</title><content type='html'>&lt;div  style="font-family:arial;"&gt;Pessoas freqüentemente me perguntam como fiz para trabalhar fora do Brasil e qual minha sugestão para alguém que pensa em fazer o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta não é lá das mais românticas, afinal a única coisa que fiz foi aceitar uma proposta de emprego e ser enviado imediatamente em um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"short-term assignment"&lt;/span&gt; para uma empresa multi-nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa história não teria sido muito diferente da de outros profissionais - participar de um projeto fora do país e voltar - não fossem dois eventos específico:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um almoço com um terceiro com que trabalhei naquele projeto e uma festa na praia onde encontrei minha mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro evento serviu como um reforço moral e de auto-estima, lá estava um dos maiores especialistas em minha área a dizer que ele não entendia porque me interessaria encarar aquela vida corporativa ao invés de viver como &lt;span style="font-style: italic;"&gt;contractor&lt;/span&gt;, participando de projetos ao redor do mundo e sendo bem pago para isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a festa na praia deu o senso de urgência, não tivesse conhecido minha mulher, minha decisão de deixar o país poderia ter ficado para segundo plano frente à outras prioridades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim, posso tomar a responsabilidade pela decisão deixar o país. A escolha mais óbvia foi começar pelo país de onde havia acabado de voltar. O processo não foi dos piores. Aprendi o básico da língua local e depois de um tempo encontrei um emprego em minha área e comecei a reconstruir minha vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curiosamente, 11 meses depois eu me veria novamente de mudança, dessa vez para Austrália e dessa vez com suporte corporativo, em outras palavras, me mudei com emprego e mudança paga. A mudança foi simples e excetuados os problemas pessoais emergentes de uma mudança internacional de um casal a adaptação foi um tanto tranqüila.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, quem já tentou, sabe que procurar emprego no exterior não é tão simples quanto parece, de fato eu costumo brincar que eu não tenho nada a ver com minha mudança para a Austrália, a culpa é do meu ex-gerente maluco! :-)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível encontrar empregos? É. Há inúmeros sites de emprego na Internet e muitas empresas dispostas à contratar estrangeiros. Porém, esperar por uma proposta de emprego não é a única forma de imigrar legalmente para certos países. Entram em cena os programas de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Skilled Migration&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você talvez ainda não tenha ouvido falar em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Skilled Migration&lt;/span&gt;, trata-se de um grupo de programas criados por governos de diversos países para fomentar a imigração de profissionais altamente qualificados na tentativa de suprir a falta de mão de obra em certas áreas profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em geral esses programas funcionam da seguinte forma, o profissional se candidata ao visto com base em sua experiência profissional e qualificações, fornece ao governo do país de destino a documentação necessária para comprovar essas qualificações e se tudo for certo, recebe um visto que o permite se mudar imediatamente e começar a buscar emprego no país de destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A má notícia é que o leque de profissionais beneficiados não é muito amplo, geralmente estado restrito à profissionais com nível superior, portanto, exceto pela a Austrália, eu não tenho notícias de nenhum outro país precisando de torneiro mecânico, soldador, pedreiro ou açougueiro que falem inglês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, possuir domínio razoável do idioma do país de destino é um pré-requisito em praticamente todos os países. Ainda assim vale lembrar que "domínio" não significa que o candidato seja capaz de escrever tratados de filosofia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No momento os seguintes países vêm provendo programas de imigração qualificada: Austrália, Canada, Dinamarca, Hong Kong, Nova Zelândia e Reino Unido. Cada um desses países tem seus próprios requisitos e compreendê-los requer um pouco de atenção. Alguns sites são de grande valia, sendo &lt;a href="http://www.workpermit.com/"&gt;http://www.workpermit.com&lt;/a&gt; um dos links que sempre indico para quem procura obter informações iniciais sobre imigração para certos países. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: arial;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Uma vez obtido o visto, o grande desafio passa a ser a mudança em si mas isso é assunto para outro post...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:arial;" &gt;P.S.-Vale notar que a empresa que mantém o site também é agente de imigração, porém nunca utilizei seus serviços e não tenho como recomendar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.fucs.org/expat/2008/07/o-mundo.html' title='O mundo é o limite'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38910987&amp;postID=28476389755834344' title='6 Comments'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.fucs.org/expat/atom.xml' title='Post Comments'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38910987/posts/default/28476389755834344'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38910987/posts/default/28476389755834344'/><author><name>Andre Fucs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13598166732495572569</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38910987.post-2169734836375383576</id><published>2008-07-16T10:38:00.000-07:00</published><updated>2008-07-16T11:02:30.110-07:00</updated><title type='text'>Últimas leituras</title><content type='html'>Eis a lista dos últimos livros que tive tempo de ler:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.amazon.com/gp/redirect.html?ie=UTF8&amp;amp;location=http%3A%2F%2Fwww.amazon.com%2FEastward-Tartary-Travels-Balkans-Caucasus%2Fdp%2F0375705767%2F&amp;amp;tag=afucs-20&amp;amp;linkCode=ur2&amp;amp;camp=1789&amp;amp;creative=9325"&gt;Eastward to Tartary&lt;/a&gt;&lt;img src="http://www.assoc-amazon.com/e/ir?t=afucs-20&amp;amp;l=ur2&amp;amp;o=1" alt="" style="border: medium none  ! important; margin: 0px ! important;" border="0" height="1" width="1" /&gt; de Robert Kaplan, ótimo livro sobre o Leste Europeu, Oriente Médio e Ásia central.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.amazon.com/gp/redirect.html?ie=UTF8&amp;amp;location=http%3A%2F%2Fwww.amazon.co.uk%2Fexec%2Fobidos%2FASIN%2F0007131623&amp;amp;tag=afucs-20&amp;amp;linkCode=ur2&amp;amp;camp=1789&amp;amp;creative=9325"&gt;The Tribes Triumphant: Return Journey to the Middle East &lt;/a&gt;&lt;img src="http://www.assoc-amazon.com/e/ir?t=afucs-20&amp;amp;l=ur2&amp;amp;o=1" alt="" style="border: medium none  ! important; margin: 0px ! important;" border="0" height="1" width="1" /&gt;de Charles Glass. Digamos que é um pouco a versão "esquerdista" do livro do Kaplan, cheio de clichês óbvios mas ainda assim interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.amazon.com/gp/redirect.html?ie=UTF8&amp;amp;location=http%3A%2F%2Fwww.amazon.com%2FIsraels-Holocaust-Politics-Nationhood-Cambridge%2Fdp%2F0521850967%2F&amp;amp;tag=afucs-20&amp;amp;linkCode=ur2&amp;amp;camp=1789&amp;amp;creative=9325"&gt;Israel's Holocaust and the Politics of Nationhood&lt;/a&gt; livro interessantíssimo mas que dispenso comentar. :-)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.amazon.com/gp/redirect.html?ie=UTF8&amp;amp;location=http%3A%2F%2Fwww.amazon.com%2FBoys-Crusade-Northwestern-1944-1945-Chronicles%2Fdp%2F0812974883%2F&amp;amp;tag=afucs-20&amp;amp;linkCode=ur2&amp;amp;camp=1789&amp;amp;creative=9325"&gt;The Boys' Crusade&lt;/a&gt;&lt;img src="http://www.assoc-amazon.com/e/ir?t=afucs-20&amp;amp;l=ur2&amp;amp;o=1" alt="" style="border: medium none  ! important; margin: 0px ! important;" border="0" height="1" width="1" /&gt; livro sobre as cruel realidade com a qual se depararam os jovens soldados norte-americanos na Segunda Guerra Mundial. Livro um tanto polêmico, um dos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;reviews &lt;/span&gt;na amazon reclama: "Um livro desonesto, o autor faz de tudo para mostrar que a guerra é uma experiência horrível", ué, e não é? Cada maluco na sua maluquice. Recomendo.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.fucs.org/expat/2008/07/ltimas-leituras.html' title='Últimas leituras'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38910987&amp;postID=2169734836375383576' title='0 Comments'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.fucs.org/expat/atom.xml' title='Post Comments'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38910987/posts/default/2169734836375383576'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38910987/posts/default/2169734836375383576'/><author><name>Andre Fucs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13598166732495572569</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38910987.post-8915407987216751921</id><published>2008-07-15T19:11:00.000-07:00</published><updated>2008-07-15T21:14:33.080-07:00</updated><title type='text'>Você sabe a última sobre a China?</title><content type='html'>Viver na Austrália tem algumas desvantagens sérias. O país fica praticamente no meio do nada, no trânsito dirige-se do lado errado e tudo é caro, muito caro, com um quilograma de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fillet Mignon&lt;/span&gt; chegando a custar a bagatela de 80 dólares australianos (algo em torno de 123 reais em valores atuais)!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso se dá porque apesar de menos bela do que nossa terra natal, a Austrália, assim como o Brasil, é um país rico em minérios. De fato, a mineração é uma das mais importantes indústrias australianas e vem impulsionando salários e com eles os preços. O sucesso australiano não é mérito exclusivo do país, parte da bonança deriva da sede por crescimento de um vizinho não muito distante, a China.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivendo nesse lado do mundo é impressionante perceber como o brasileiro parece desconhecer a realidade asiática, em especial a esfera de poder dos Chineses. Fala-se no crescimento do poder da China como se isso fosse uma questão de tempo, enquanto na realidade, trata-se de uma realidade já estabelecida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, o poder Chinês sobre a região não é novidade. Durante séculos colonos Chineses estabeleceram-se por grande parte do sudeste asiático, configurando minorias ou maiorias nem sempre dominantes em países como Singapura, Malásia, Indonésia, Vietnam, Tailândia, Filipinas, Mianmar e Brunei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como os britânicos, cujas tomadas e forma de dirigir continuam a ser usados por grande parte da região, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;soft-power&lt;/span&gt; Chinês se sente presente por todos os lados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é surpresa portanto, que alguém andando em umas Orchard Road, uma das principais avenidas de Singapura, se depare com um enorme telão rodando o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;trailer &lt;/span&gt;de um filme como &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Warlords&lt;/span&gt; (&lt;span lang="zh-Hans" lang="zh-Hans"&gt;投名状) , super produção Chinesa de 2007 que finalmente começa a ser exibida na Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é surpresa que você brasileiro morando fora do sudeste asiático nunca tenha ouvido falar no filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é surpresa também que ao se ligar a TV de um hotel em Manila, o visitante se depare com um universo de canais por satélite chineses, ainda que o nome de nenhum deles lhe seja familiar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os brasileiros, em especial a imprensa brasileira, continuam alienada acerca dessa realidade regional (e em breve global); nem mesmo os blogs jornalísticos parecem estar preparados para cobrir o tema. Talvez com as olimpíadas o desejo por uma maior cobertura jornalística sobre a China se intensifiquem, até lá, o leitor brasileiro continua a depender de semanários e jornais internacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas já que não adianta apenas reclamar, eu que não sou jornalista me resumo a fotografar aquilo que vejo em meus passeios pela Ásia, seguem os links:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/trixpan/sets/72157604389475455/"&gt;Tokyo&lt;/a&gt;  &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/trixpan/sets/72157604364751573/"&gt;Singapura&lt;/a&gt;  &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/trixpan/sets/72157604360941506/"&gt;Hong-Kong&lt;/a&gt;  &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/trixpan/sets/72157604389455145/"&gt;New Delhi&lt;/a&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.fucs.org/expat/2008/07/voc-sabe-ltima-sobre-china.html' title='Você sabe a última sobre a China?'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38910987&amp;postID=8915407987216751921' title='3 Comments'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.fucs.org/expat/atom.xml' title='Post Comments'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38910987/posts/default/8915407987216751921'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38910987/posts/default/8915407987216751921'/><author><name>Andre Fucs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13598166732495572569</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38910987.post-396256289261730763</id><published>2007-12-10T08:48:00.000-08:00</published><updated>2007-12-10T08:51:20.877-08:00</updated><title type='text'>o churrasco que ninguém quer comer.</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  lang="PT-BR" &gt;Nesse último Sábado, acordei empolgado. Apesar do inverno, o sol deixou a tarde de Canberra perfeita para um  churrasco, exceto por um pequeno porém, cadê a churrasqueira? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  lang="PT-BR" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Já disse uma vez e repito, viver fora do Brasil não é fácil, além de ter que freqüentemente explicar que há mais coisas no Brasil do que Pelé, Ronaldinho e Samba, o brasileiro expatriado precisa se acostumar com a falta de certas comidas. Não que na Austrália não exista carne de boi, existe, difícil é achar a carne que queremos e da forma que queremos. O que surpreende é que mesmo deixando de lado algumas carnes com as quais estamos acostumados, os problemas continuam.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  lang="PT-BR" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Assim que cheguei a Austrália comentei com meu chefe que estava feliz em poder deixar para trás o preço do contra-filé em Israel (cerca de 40 reais) e me dedicar ao delicioso hábito de comer carne vermelha mal passada, quase mugindo. Não podia esperar para devorar um churrasco sem precisar parcelar em quinze vezes. Meu chefe, curioso como de costume perguntou-me como preparamos churrasco no Brasil e após ouvir a resposta riu e disse:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  lang="PT-BR" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Prepare-se, pois o churrasco australiano consegue ser ainda mais sem graça do que o americano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  lang="PT-BR" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Pois é, se você nunca entendeu qual a graça do George Foremann Grill, ou daquelas estranhas "churrasqueiras" a gás tão comuns nos EUA melhor pensar em ir morar no Japão ao invés de vir passar uns anos da terra dos cangurus pois aqui, as "churrasqueiras" nada mais são do que chapas quentes aquecidas a gás iguais as que você encontra em qualquer lanchonete ou "xis-tudo" de rua.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  lang="PT-BR" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Não é de se espantar que a carne dos restaurantes Outback sejam tão sem graça! (tudo bem que as batatas fritas.... nhammmmm). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  lang="PT-BR" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Ainda assim nem tudo é tão sombrio, apesar de incomuns, é possível encontrar churrasqueiras em diversos países, isso sem falar da facilidade em improvisá-las, tembém é possível encontrar parte dos cortes bovinos brasileiro em açougues comuns. O segredo é perguntar ao açougueiro se ele se incomoda em não remover toda a capa de gordura da carne ou até mesmo cortar uma incomum picanha. Curiosamente, ainda que o Brasil seja um dos maiores produtores de carne no mundo, muitos dos cortes que costumamos comer inexistem no exterior e para piorar nem sempre é fácil descobrir como comprar fraldinha, picanha, alcatra com capa de gordura.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  lang="PT-BR" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Esqueça o cupim, lute para achar a picanha e nunca se esqueça, o açougueiro é seu melhor amigo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  lang="PT-BR" &gt;Na falta de um açougueiro segue uma &lt;a href="http://www.sagpya.mecon.gov.ar/new/0-0/ganaderia/otros/bovinos/glosario/Glosario.pdf"&gt;lista camarada elaborada pelos nossos eternos rivais da carne, os argentinos...&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.fucs.org/expat/2007/12/o-churrasco-que-ningum-quer-comer.html' title='o churrasco que ninguém quer comer.'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38910987&amp;postID=396256289261730763' title='8 Comments'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.fucs.org/expat/atom.xml' title='Post Comments'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38910987/posts/default/396256289261730763'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38910987/posts/default/396256289261730763'/><author><name>Andre Fucs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13598166732495572569</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38910987.post-3811536695939177508</id><published>2007-07-05T08:20:00.000-07:00</published><updated>2007-07-05T23:37:30.619-07:00</updated><title type='text'>Um país de braços abertos... (ou ah, como eu queria ter um milhão de reais!)</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Morar fora do Brasil tem seus benefícios. Brasileiros morando em Dubai e outros países do Golfo Pérsico rapidamente esquecem o imposto de renda. Já os brasileiros morando na Nova Zelândia, precisam pagar imposto de renda mas não precisam se preocupar com Imposto Sobre  Ganhos de Capital... Porém, há algo que o Brasileiro jamais poderá esquecer:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:arial;" &gt;O Brasil é um país com planos de objetivos Suecos  mas de execução Somali!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Tudo começou quando navegando pela Internet lembrei-me do fato de que o investidor não-residente conta com uma série de benefícios fiscais para investir no Brasil. Existe até mesmo uma organização formada com o intuito de divulgar o país para investidores internacionais!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Imagine-se investir em ações, títulos do governo e fundos de investimento pagando pouco ou nenhum imposto? Fantástico, não fosse a dificuldade que é conseguir navegar por tais águas. Parece simples, a página da Bovespa, CVM e da tal BEST contam até mesmo com um passo-a-passo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ol style="font-style: italic;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Escolha do representante legal, fiscal e do custodiante. Diversas &lt;a href="http://www.cvm.gov.br/asp/cvmwww/InvNRes/tabecus.asp" target="_blank"&gt;instituições financeiras estão autorizadas pela CVM e        Banco Central&lt;/a&gt; a realizar a atividade de custodiante e podem também atuar como representantes legal e fiscal do investidor         estrangeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O custodiante assinará um contrato com o Investidor e pedirá informações detalhadas de acordo com a legislação         brasileira – “Know your Costumer”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O custodiante solicitará à CVM o código operacional do investidor. No máximo em 24 horas, a CVM disponibilizará este        código. Simultaneamente, a CVM requisita à Secretaria da Receita Federal um CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica)         para o investidor, para efeito de tributação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os recursos investidos no Brasil estão sujeitos ao registro no Banco Central. O registro é eletrônico, feito através da        funcionalidade denominada Registro Declaratório Eletrônico (RDE). O registro inicial e suas atualizações subseqüentes        constituem requisito obrigatório para quaisquer movimentações com o exterior e devem ser providenciados antes do seu         início. O representante é responsável pelo registro destas operações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Escolha de uma &lt;a href="http://www.bovespa.com.br/Corretoras/index.asp?Corr=membros"&gt;Corretora Membro da BOVESPA&lt;/a&gt;, que será a sua representante na Bolsa e executará as suas ordens.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Simples, muito simples! Ao menos no papel... Ligue para qualquer das instituições listadas pela CVM como custodiantes e peça qualquer informação a respeito do assunto:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;- Representante legal? Nós não fazemos isso não senhor...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;- O senhor para abrir uma conta precisa comparecer à uma agência...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;- Ligue para o seu gerente...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;- Eu precisaria estar agendando uma visita...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou a minha favorita, e a qual escutei algumas vezes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;- Claro que fazemos mas para ser nosso cliente o Senhor precisa ter no mínimo X milhões de reais...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu sinceramente não consigo acreditar que os grandes bancos brasileiros ainda vivam em um mundo onde brasilero expatriado é aquele que nasceu em Governador Valadares e no momento encontra-se a fugir da Imigração Norte-Americana ou o Dekassegui no Japão. Juro que até gostaria da sensação de ser um caso único, porém sem maior esforço eu consigo lembrar de 10 colegas que estão fora do Brasil em situação similar. Alguns optaram por investir em filiais offshore de bancos globais, alguns estão a investir nos países onde moram e outros diversificaram os investimentos em diversos países, exceto Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudos apontam que o montante de recursos enviados por Brasileiro vivendo no exterior não param de crescer, porém ao que tudo indica, os estudos ainda não serviram para estimular o mercado brasileiro a se comportar como fez o mercado internacional que frente à diáspora vêm oferecendo serviços &lt;span style="font-style: italic;"&gt;offshore &lt;/span&gt;a clientes cujos recursos não são suficientes para lhes abrir as portas dos Private Bankings e afins, ou &lt;span style="font-style: italic;"&gt;core affluent&lt;/span&gt; como algumas instituições costumam chamá-los. Seja qual for o nome, curiosamente a única instituição a oferecer em seu site informações claras e precisas acerca dos serviços prestado a quem mora fora, é a Caixa Econômica Federal, quem diria!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui dessa lado, prometi para um prestativo funcionário de um banco que em dois anos eu chego nos milhões! Até lá o melhor é me contentar com minha vida de "barata" e investir por esse lado do mundo, a China ainda está rendendo um bocado e tax-free por tax-free Hong Kong e Singapura estão a dois passos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.fucs.org/expat/2007/07/um-pas-de-braos-abertos-ou-ah-como-eu.html' title='Um país de braços abertos... (ou ah, como eu queria ter um milhão de reais!)'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38910987&amp;postID=3811536695939177508' title='2 Comments'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.fucs.org/expat/atom.xml' title='Post Comments'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38910987/posts/default/3811536695939177508'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38910987/posts/default/3811536695939177508'/><author><name>Andre Fucs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13598166732495572569</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38910987.post-6205072036479546529</id><published>2007-05-07T05:19:00.000-07:00</published><updated>2008-07-16T22:29:58.411-07:00</updated><title type='text'>Gente estranha e de hábitos esquisitos</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify;font-family:arial;" &gt;Vida de expatriado é cheia de &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;glamour&lt;/span&gt;, choques culturais e muito, mas muito transtorno! Não apenas isso, mas eu ainda não consegui encontrar expatriado mais sofrido do que o Brasileiro. Exemplo: Em Outubro de 2006 eu ainda estava a morar em Israel, e por conta de uma daquelas coincidências divinas, a votação calhou de ocorrer no Yom Kippur, o mais rigoroso feriado Israelense, onde o país efetivamente pára por 25 horas. É de se imaginar que diante de uma situação dessas a Embaixada do Brasil iria colocar em sua página na Internet uma página orientando os Brasileiros sob sua jurisdição, certo? Claro que não, afinal trata-se da Embaixada do Brasil e é natural que os serviços prestados pela Embaixada sejam tão precários quanto qualquer outro serviço oferecido pelo poder público Brasileiro. A regra é simples, se não for algo digno de parar na TV - caso da operação de emergência para tirar brasileiros do Líbano - esqueça a embaixada e peça ajuda ao Padre Cícero. Porém o tema de hoje não é o Brasil!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse último final de semana tive o grande prazer de papear um bom bocado com um antigo amigo que no momento está no Chile trabalhando em uma multi-nacional do ramo de telecomunicações. Papo vem, papo vai, fomos brindados com um surreal diálogo acerca de quem tem a menor mudança internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele tem mulher e filho, e a cada mudança consegue reduzir sua via a 4 metros cúbicos, o segredo segundo ele é deixar os eletro-eletrônicos pra trás. Já no meu caso, eu era casado e consegui fazer minha mudança com menos de 2 metros cúbicos. Minha mulher? Bom minha mulher foi passar uns dias na casa da mãe dela... a uns 10 mil quilômetros de distância, não sei se ela volta. Vida de expatriado tem dessas coisas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dicas para fazer sua mudança de forma reduzida:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Se você é apaixonado por música e computadores, que MP3 que nada! Grave seus CDs favoritos em um disco rígido portátil. Use um &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;codec&lt;/span&gt; de alta qualidade como o &lt;a href="http://flac.sourceforge.net/"&gt;FLAC&lt;/a&gt;, assim você carrega os seus CDs sem precisar abrir mão da qualidade de áudio. Complete o &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;setup&lt;/span&gt; comprando um &lt;a href="http://www.amazon.com/gp/redirect.html?ie=UTF8&amp;location=http%3A%2F%2Fwww.amazon.com%2FLogitech-930-000009-Squeezebox%2Fdp%2FB000VZL9C2%2F&amp;tag=afucs-20&amp;linkCode=ur2&amp;camp=1789&amp;creative=9325"&gt;Squeezebox&lt;/a&gt;&lt;img src="http://www.assoc-amazon.com/e/ir?t=afucs-20&amp;amp;l=ur2&amp;amp;o=1" width="1" height="1" border="0" alt="" style="border:none !important; margin:0px !important;" /&gt; (minha escolha) ou um &lt;a href="http://www.amazon.com/gp/redirect.html?ie=UTF8&amp;location=http%3A%2F%2Fwww.amazon.com%2FRoku-SoundBridge-M1001-Network-System%2Fdp%2FB000BI6AH8&amp;tag=afucs-20&amp;linkCode=ur2&amp;camp=1789&amp;creative=9325"&gt;Roku SoundBridge&lt;/a&gt;&lt;img src="http://www.assoc-amazon.com/e/ir?t=afucs-20&amp;amp;l=ur2&amp;amp;o=1" width="1" height="1" border="0" alt="" style="border:none !important; margin:0px !important;" /&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Se sua paixão é fotografia e boa parte da sua mala são negativos e fotos antigas, considere digitalizar seus negativos usando um &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;scanner &lt;/span&gt;de negativos e deixe os originais na casa de um parente que não perambule tanto quanto você.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Esqueça seus eletro-eletrônicos. Carregar geladeira, micro-ondas, TV e DVD é perda de tempo. Compre-os novos ou de segunda mão ao chegar no próximo destino. Venda-os no Ebay ou site similar ao deixar o país.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A roupa ficou meio apertada ou o elástico da meia já deu o que tinha que dar, doe, jogue fora, entregue no Bazar.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Gosta muito de cozinhar? Leve apenas os items que lhe são essenciais, tais como a panela favorita, o jogo de facas ginsu e os livros de receitas. Se separar-se das panelas Le Creuset lhe for mais doloroso do que ir ao dentista, enviar a mudança de navio poderá lhe salvar uns trocados.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Agora, se você assim como eu, já pensa em se mudar antes mesmo da mudança chegar no destino, melhor começar a pensar em esquecer a tal da mudança. :-) &lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.fucs.org/expat/2007/05/gente-estranha-e-de-hbitos-esquisitos.html' title='Gente estranha e de hábitos esquisitos'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38910987&amp;postID=6205072036479546529' title='2 Comments'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.fucs.org/expat/atom.xml' title='Post Comments'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38910987/posts/default/6205072036479546529'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38910987/posts/default/6205072036479546529'/><author><name>Andre Fucs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13598166732495572569</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38910987.post-4066358686919829471</id><published>2007-04-22T05:58:00.000-07:00</published><updated>2007-04-22T08:35:49.818-07:00</updated><title type='text'>O Brasil é uma m...</title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;Recebi uma crítica muito interessante de um amigo meu, um cara genial que no momento atua como parte do corpo diplomático Brasileiro no exterior. Ele disse que gostara de "my home is sick" porém não tinha muito como concordar comigo, afinal achava o Brasil o máximo. Será?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crítica dele me deixou um tanto preocupado, afinal minha idéia não é cuspir na querida terra natal, porém não há como deixar de fazer críticas à situação atual do Brasil, ainda que eu deva confessar, a situação atual do Brasil não me interessa. Não me importam quantos morrem, a situação dos hospitais, a corrupção, o crime organizado... Isso não faz parte de minha vida, no máximo da vida de meus familiares que ainda continuam no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me importa é a impressionante falta de rumo, a velhice política, a guinada ao populismo, por sinal, diga-se de passagem o Brasileiro adora um populismo, não bastasse Jânio Quadros e Sarney, agora temos o Presidente Luiz &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"nunca se fez tanto no Brasil"&lt;/span&gt;  Inácio da Silva... Tenho certeza que se não tivesse nascido na terra do Maradona, Evita estaria sendo exibida embalsamada em plena praça dos Três Poderes!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em todo caso, o que choca no Brasil, não é o país em si mas o soturno futuro que nos aguarda. Não bastasse termos nos capivarizado e tomado uma atitude passiva à todas as aberrações que nos saltam a cada linha dos jornais, assistimos uma Lula ser eleita para agora nos contentarmos com um Jibóia gorda, imóvel. O que devemos esperar do Segundo mandato?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acreditem meus caros leitores, de fato, o Brasil é uma maravilha, e a carne só não é melhor do que a da Argentina, mas que se dane, eu não como churrasco todo dia...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.fucs.org/expat/2007/04/o-brasil-uma-m.html' title='O Brasil é uma m...'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38910987&amp;postID=4066358686919829471' title='1 Comments'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.fucs.org/expat/atom.xml' title='Post Comments'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38910987/posts/default/4066358686919829471'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38910987/posts/default/4066358686919829471'/><author><name>Andre Fucs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13598166732495572569</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38910987.post-117662548946421194</id><published>2007-04-14T22:15:00.000-07:00</published><updated>2007-04-19T19:39:54.176-07:00</updated><title type='text'>O canguru, a capivara e o leão</title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: justify; font-family: arial;font-family:arial;"&gt;Vários países tem seu animal nacional, ainda que na maioria dos casos ele já esteja extinto ou em vias de se extinguir. Na Austrália a coisa não vai tão mal, quase todo Australiano possui um canguru treinado para pagar as contas no banco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o Brasil devia instituir a capivara símbolo, nada mais digno do que exibir o maior roedor do mundo como nosso símbolo nacional. Esqueçam as águias, leões, serpentes, ursos e tigres; Viva a capivara! De certa forma a capivara é um resumo dos símbolos Brasileiros, afinal, assim como o pão de queijo, a capivara não é exclusividade nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda estava em Israel quando decidi preparar pão de queijo para alguns amigos. As histórias que ouvira até então eram assustadoras, preparar pão de queijo era quase como feitiçaria, tão complicado que hoje em dia pão de queijo só se compra congelado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não satisfeito com a receita que recebi de minha mãe, resolvi buscar na internet. O choque foi enorme. Além de ser simples de ser preparado, o pão de queijo não é exclusividade mineira. É produzido, ainda que de forma levemente diferente, no Paraguai e Argentina, assim como o churrasco e é claro, a capivara! De certa forma, o pão de queijo, churrasco e a capivara são exemplos de nosso patriotismo barato, cheios de "causos" e coisas para &lt;span style="font-style: italic;"&gt;gringo&lt;/span&gt; mas de pouca relevância no dia a dia de nossas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, assim que cheguei aqui na Austrália optei por abrir uma conta no HSBC. Trata-se de um banco global, com forte presença na Ásia, especialmente em Hong-Kong, porém na Austrália, o pequeno número de agências o transforma em um banco quase virtual, onde quase tudo precisa ser feito através caixas eletrônicos ou &lt;span style="font-style: italic;"&gt;internet banking&lt;/span&gt;. Não seria problema, não fosse o pavoroso sistema de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;internet banking&lt;/span&gt; deles. Ou seja, a Austrália é um lugar interessante para morar mas não conte muito com um mercado financeiro moderno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já no Brasil, é relativamente notória e motivo de "orgulho nacional" a capacidade nacional na tecnologia bancária. É fato que quando comparadas com boa parte do mercado mundial, grandes organizações financeiras como Unibanco, Itaú, Banco do Brasil possuem sistemas de internet banking significativamente superiores àqueles encontrados no exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim nossas capivaras são prato fácil para o leões de Singapura e demais tigres asiáticos, e diga-se de passagem, até mesmo para as raposas uruguaias, cujo sistema bancário vem rapidamente tornando-se um pólo internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Singapura é um país com quase a metade do tamanho da &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;cidade&lt;/span&gt; de São Paulo. Ainda assim é a 22&lt;sup&gt;a&lt;/sup&gt; economia mundial, sendo um dos maiores centros financeiros do mundo. Além de um sistema bancário robusto, Singapura possui um dos mais importantes portos do mundo. Isso sem falar no Aeroporto Changi, principal &lt;span style="font-style: italic;"&gt;hub&lt;/span&gt; aeroportuário da Ásia, e parada quase obrigatória para viajantes da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Kangaroo Route. &lt;/span&gt;Qual o segredo de Singapura? Parece que o Uruguay já descobriu... Enquanto isso no Brasil ainda sonhamos com Cuba&lt;span style="font-style: italic;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.fucs.org/expat/2007/04/o-canguru-capivara-e-o-leo.html' title='O canguru, a capivara e o leão'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38910987&amp;postID=117662548946421194' title='2 Comments'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.fucs.org/expat/atom.xml' title='Post Comments'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38910987/posts/default/117662548946421194'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38910987/posts/default/117662548946421194'/><author><name>Andre Fucs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13598166732495572569</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38910987.post-117602316662022941</id><published>2007-04-08T01:02:00.000-07:00</published><updated>2007-04-10T11:05:58.230-07:00</updated><title type='text'>O pior do Brasil...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Sou especialista em segurança da informação, uma disciplina emergente na área das tecnologias da informação. Há cerca de dois anos moro fora do Brasil. Primeiro destino foi o Oriente Médio, onde fiquei um ano e meio, porém ao final de 2006 fui convidado a trabalhar em Perth, Austrália.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Creio - ainda que empíricamente - que meu caso não é único; depois de alguns anos de desenvolvimento no Brasil, a falta de perspectivas de crescimento profissional no país me impulsionaram a deixar o país em busca de perspectivas e um pouco de sossego.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Acredito também que minha percepção da vida do Brasileiro expatriado seja compartilhada por outros. Um misto de  orgulho e vergonha, de felicidade e tristeza, de aceitação e preconceito.  O Brasileiro no exterior precisa antes de mais nada aprender a compreender e explorar positivamente os estereótipos que o cercam. Infelizmente eu sou péssimo sambista, jogador de futebol ou capoeirista. Resta-me apenas informar os desinformados e tentar buscar um lugar ao sol no competitivo mercado globalizado. Deveria ser fácil, afinal nasci e cresci no país do futuro...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Infelizmente não é tão simples. Apesar de ser o país do futuro, o Brasil ainda é uma piada, um exemplo do que não se fazer acerca de políticas públicas e de imagem. Mudaram-se os cartões postais mas a República de Bananas continua. Não faz muito tempo, o &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: arial;" href="http://www.iht.com/articles/2007/04/05/business/soy.php"&gt;International Herald Tribune publicou matéria acerca do crescimento da demanda chinesa por soja&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;. Impossível achar exemplo melhor da imagem do Brasil no exterior:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Vastos recursos naturais e absolutamente nenhuma capacidade política. Despreparo e atraso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Verdade seja dita, elegemos um Presidente com o intuito de tirar o povo da miséria às custas do crescimento de nossa indústria. O resultado porém parece ter sido o atraso. O povo continua miserável e infelizmente parece que nossa indústria e agricultura vão pelo mesmo caminho. E o brasileiro que me perdoe mas não se trata apenas de corrupção, afinal corrupção por corrupção, China, Índia e Rússia não nos deixam nada a dever. No momento, só posso crer que o pior do Brasil, ainda é o Brasileiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.fucs.org/expat/2007/04/o-pior-do-brasil.html' title='O pior do Brasil...'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38910987&amp;postID=117602316662022941' title='3 Comments'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.fucs.org/expat/atom.xml' title='Post Comments'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38910987/posts/default/117602316662022941'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38910987/posts/default/117602316662022941'/><author><name>Andre Fucs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13598166732495572569</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry></feed>